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Desde os anos 2000, o celular se tornou praticamente um apêndice da infância. A promessa de conexão e entretenimento — tudo na palma da mão — veio acompanhada de riscos pouco visíveis, mas com impactos significativos. Um estudo recém-publicado no Journal of Human Development and Capabilities aborda justamente o que mais está em jogo nessa história: a saúde mental.
Como metodologia, os pesquisadores avaliaram dados de mais de 100 mil pessoas entre 18 e 24 anos, utilizando o chamado ‘Mind Health Quotient’ (quociente de saúde mental, em português) – índice que avalia competências sociais, emocionais e cognitivas e que varia de 0 a 300.
A proposta é ir além das pesquisas já existentes, que costumam focar em sintomas de depressão e ansiedade, e considerar aspectos específicos como autoimagem, resiliência, empatia e até tendências suicidas.
Os resultados mostraram que jovens que ganharam o primeiro smartphone aos 13 anos apresentaram, em média, uma pontuação de 30 na avaliação. Já aqueles que receberam o aparelho antes disso, esse quociente foi caindo. Para ter ideia: entre os que receberam um smartphone aos cinco anos – idade mínima analisada –, a pontuação média foi de apenas 1. Isso contrasta com o que se observava historicamente: uma curva em formato de U ao longo da vida, em que o bem-estar costumava cair na meia-idade, mas melhorava novamente com o tempo.
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