Foto: Reprodução
Juliano Constantino foi condenado a 40 anos de prisão pelos crimes de estupro e latrocínio (roubo seguido de morte) contra Jociele de Jesus Abreu, em Arapoti, nos Campos Gerais do Paraná. O crime, ocorrido em agosto de 2024, ganhou repercussão após câmeras de segurança registrarem o momento em que a vítima foi atacada e arrastada para um terreno baldio. Além da pena de reclusão, a sentença estabelece o pagamento de R$ 30 mil aos familiares da vítima como reparação por danos.
De acordo com a investigação da Polícia Civil, Jociele desapareceu em um sábado após sair de casa para jantar. O corpo foi encontrado dois dias depois com sinais de estrangulamento e violência sexual.
As imagens de monitoramento foram cruciais para identificar o agressor: o vídeo mostra Jociele tentando acelerar o passo ao perceber a aproximação de Juliano, que a domina com um golpe de “gravata” e a leva para uma área de mata. O criminoso, que vivia em situação de rua na época, foi preso um dia após a localização do corpo.
No momento da prisão, Juliano estava ameaçando outra mulher e havia escondido joias da vítima em uma árvore, itens que foram posteriormente reconhecidos pela família de Jociele. O delegado responsável pelo caso, Gumercindo Athayde, afirmou que o agressor não conhecia a vítima e agiu de forma oportunista ao vê-la sozinha na rua. Apesar da condenação, a defesa de Juliano já recorreu da decisão, e o processo segue agora para avaliação em segunda instância.
Fonte: TNonline
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