Foto: Reprodução / RICtv
A influencer Cássia Vialli Martins, que matou o motoboy Jheykson Roger Medeiros, manifestou-se publicamente sobre o acidente que ocorreu no bairro Boqueirão, em Curitiba. No dia 3 de setembro de 2022, Cássia dirigia um veículo na contramão da Rua Paulo Setúbal quando atingiu o motoboy, que não resistiu aos ferimentos.
Conforme a Polícia Civil, ela deixou o local com a ajuda de terceiros e não prestou socorro à vítima. Testemunhas relataram que a influenciadora apresentava sinais de embriaguez, o que é negado por ela.
Influencer afirma se preocupar com a família da vítima
Durante entrevista ao repórter Ricardo Vilches, da RICtv, a influencer que matou o motoboy afirmou que o acidente foi uma tragédia sem intenção e demonstrou preocupação com os familiares da vítima.
“Eu jamais tive intenção de causar esse acidente, é uma dor muito grande pela perda do Jheykson. Eu imagino o quanto deve ser difícil para o filho, mãe e irmãos dele”, disse.
A influenciadora relatou que tentou contato com a família da vítima por meio de uma terceira pessoa e ofereceu ajuda. Segundo ela, não houve retorno direto, apenas por meio de representantes legais. Ela afirmou estar disposta a contribuir com o que estiver ao seu alcance.
“Não só ajuda financeira, mas sobre tudo. Tudo o que a criança precisar, o que estiver ao meu alcance, porque eu também não tenho uma condição financeira boa […] com escola, comida, tudo o que estiver ao meu alcance”.
Influencer que matou motoboy relata ter dificuldades para trabalhar
Cássia relatou que a exposição nas redes sociais e nos meios de comunicação tem dificultado a rotina e a fonte de renda. Alega ter perdido contratos e dificuldades para continuar trabalhando como modelo e promotora de eventos. De acordo com ela, a tornozeleira eletrônica agrava a situação, impedindo que seja contratada por empresas que dependem de sua imagem.
A defesa da influenciadora pediu à Justiça a retirada da monitoração eletrônica.
“Nessa situação, ela estava no restaurante trabalhando. […] Nenhuma pena pode impedir nenhuma pessoa de trabalhar […]. É muito difícil a pessoa que tem monitoração eletrônica ser contratada para uma empresa, porque ela está sendo a própria imagem da empresa”, afirmou o advogado de Cássia.
Fonte: Ric.com.br
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