Foto: Redes Sociais
O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou Jhonatan Barros Cardoso e Alisson Henrique de Cristo Gonçalves pela morte do jornalista Cristiano Luiz Freitas, de 46 anos, ocorrida em março de 2025, em Curitiba (PR). Eles foram condenados pelo crime de extorsão com resultado morte, com penas de 40 anos de prisão para Alisson e 37 anos para Jhonatan.
O jornalista foi encontrado morto dentro de sua casa, com as mãos amarradas e amordaçado. Segundo a investigação, Jhonatan conheceu a vítima por um aplicativo de relacionamento e foi até a residência dela. Câmeras de segurança registraram a chegada e, cerca de dez minutos depois, a fuga do suspeito.
Vizinhos acionaram a polícia após ouvir gritos. Ao entrar na casa, encontraram o corpo. A Justiça entendeu que os réus usaram violência para constranger a vítima e obter vantagem financeira, crime equiparado ao latrocínio (roubo seguido de morte).
Jhonatan foi preso dois dias após o crime e Alisson, um mês e meio depois. As investigações revelaram que Jhonatan já tinha passagens por roubo e extorsão contra outras vítimas, usando o mesmo método de marcar encontros por aplicativos e depois ameaçá-las com arma de fogo para realizar transferências via PIX.
Cristiano Luiz Freitas, formado na PUC-PR, era especialista em cinema e atuava na produção de conteúdo para diversas mídias, com destaque para projetos infantojuvenis.
Fonte: CGN
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