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MPPR e Secretaria de Segurança realizam operação contra crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Francisco Beltrão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp/PR), deflagrou na manhã desta terça-feira, 25 de novembro, a Operação Moloch, que apura a prática dos crimes de produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva na cidade de Macaúbas, na Bahia, expedidos pelo Juízo Criminal de Pato Branco, no Sudoeste paranaense. Durante a execução das medidas, também houve uma prisão em flagrante por posse de pornografia infantil em um aplicativo que estava em uso no computador da escola onde os mandados foram cumpridos.

Acesse álbum com fotos e sonora do Delegado do Gaeco de Francisco Beltrão Nilmar Manfrin da Silva

As investigações sobre os fatos tiveram início em junho deste ano, a partir de uma notícia-crime recebida pelo Conselho Tutelar de Pato Branco. Informações iniciais davam conta da existência de grupos no aplicativo de mensagens Telegram, destinados ao compartilhamento de imagens e vídeos de abuso sexual infantil. Também foi indicado que haveria a distribuição de links de convites a usuários residentes na cidade de Pato Branco para participação nos grupos.

A Sesp, além de empenhar seus policiais na força tarefa Gaeco, também viabilizou o uso da aeronave que transportou os policiais para o cumprimento das medidas judiciais. “A Secretaria de Segurança Pública não mede esforços para cumprir prisões desta natureza”, enfatizou o Secretário de Segurança Pública, coronel Hudson Leôncio Teixeira.

Rastreamento – A partir do rastreamento digital e de técnicas de investigação cibernética, o Gaeco identificou que a origem e a administração do conteúdo criminoso era realizada por um morador da cidade baiana de Macaúbas, que atua como funcionário em uma escola de educação infantil. A operação contou com o apoio operacional da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná, da Polícia Científica do Paraná, da Polícia Civil do Estado da Bahia e do Cyber Lab do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, incluindo computadores e dispositivos móveis. O material eletrônico foi recolhido pela Polícia Científica, que acompanhou as buscas e fará a extração pericial dos dados, visando apurar se o investigado também produzia conteúdo de abuso sexual infantil e identificar outros criminosos a ele associados para o compartilhamento desse conteúdo

Fonte: MPPR

Redação DV Agora

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