O fenômeno começou na noite de quinta-feira, 27, e foi visível em todo o Brasil. A primeira fase começou às 22h24, com uma redução sutil no brilho da Lua. Por volta das 23h34, a fase parcial teve início. O ponto máximo do eclipse lunar foi registrado à 1h13 da madrugada.
De acordo com informações da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (NASA), o fenômeno também foi visível na Argentina, no Chile, no Peru, no México, nos Estados Unidos e no Canadá.
Para quem não podia vê-lo em campo aberto, o Observatório Nacional (ON) promoveu uma nova edição do programa "O Céu em sua Casa: observação remota" para que as pessoas pudessem acompanhar o fenômeno de forma remota. Em live, a astrônoma Josina Oliveira Nascimento deu explicações sobre o eclipse lunar, inclusive explicando que ele ocorre quando a Lua entra na sombra projetada pela Terra.
"O Sol incide na Terra e uma sombra se forma no espaço. Essa sombra tem duas partes: a penumbra (sombra clara) e a umbra (sombra escura)", disse ela durante um trecho da transmissão de vídeo.
O fim do eclipse penumbral ocorreu por volta das 4h02. Para quem perdeu o fenômeno desta semana, terá de ter paciência para observar o próximo. De acordo com o ON, no ano que vem, dois eclipses lunares devem ocorrer, mas ambos serão do tipo penumbral, em que a diferença de brilho é quase imperceptível a olho nu.
Fonte: Terra
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