Foto: CGN
A Prefeitura de Maringá iniciou o processo de exoneração de um guarda municipal, de 46 anos, suspeito de ter cometido o feminicídio que vitimou Jéssica Daiane Cabral de Oliveira, de 30 anos, no Conjunto Madrid. O procedimento administrativo teve início após a prisão do servidor, realizada na manhã de sábado (20), em ação conjunta da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Guarda Civil Municipal de Maringá.
O suspeito era considerado foragido desde a madrugada, momento em que o crime foi registrado. Durante as diligências, as forças de segurança localizaram e apreenderam o veículo utilizado na fuga. Além disso, um homem suspeito de ter auxiliado o guarda municipal após o crime também foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil.
O feminicídio ocorreu dentro da residência da vítima, situada na Avenida Francisco Sebrian Madrid. Conforme apontam as investigações, o suspeito e Jéssica mantiveram um relacionamento breve, encerrado há mais de quatro meses. Após o término, o guarda municipal não aceitava o fim da relação, demonstrando comportamento possessivo e realizando ameaças constantes à vítima.
Testemunhas relataram que, na madrugada do crime, o suspeito invadiu o imóvel armado, derrubando o portão de entrada. Jéssica tentou impedir a entrada do ex-companheiro e informou que sua filha, de 7 anos, estava na casa. O guarda municipal efetuou diversos disparos contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada do socorro. A criança foi retirada do local por um vizinho, enquanto um homem que estava na residência se escondeu no banheiro.
Em nota oficial, a Prefeitura de Maringá repudiou o crime, esclarecendo que o guarda municipal não estava em serviço no momento do ocorrido. A administração informou ainda que o servidor possuía porte de arma regular e laudo psicológico válido, mas ressaltou que tais condições não diminuem a gravidade dos fatos.
O município comunicou que a Corregedoria da Guarda Civil Municipal instaurou procedimentos administrativos internos, os quais podem culminar na exoneração definitiva do agente, com respeito ao devido processo legal. O caso permanece sob investigação da Polícia Civil.
Fonte: CGN
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