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Um casal residente em Pato Branco, Paraná, foi identificado como líder de um grupo criminoso que furtava celulares em eventos no Rio Grande do Sul e depois extorquia as vítimas por meio de ameaças.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Investigações Cibernéticas Especiais, aponta que pelo menos 15 pessoas foram vítimas do esquema.
O caso ganhou destaque após um administrador de 36 anos ter o celular furtado durante o Bloco da Laje, em Porto Alegre. Dias depois, ele começou a receber ameaças pelo WhatsApp, exigindo o desbloqueio do aparelho e a remoção do rastreamento sob ameaça de morte e exposição de imagens íntimas.
A polícia cumpriu seis mandados de busca e apreensão em São Leopoldo e Colinas, além das prisões preventivas do casal em Pato Branco. Os criminosos usavam dados vazados para identificar familiares das vítimas e faziam ameaças para forçar pagamentos de cerca de R$ 2 mil.
Segundo as autoridades, parte do grupo agia no Paraná coordenando as extorsões à distância, enquanto outros membros atuavam no RS. O objetivo era desbloquear os aparelhos para revendê-los.
A operação visa coibir esses crimes que têm se intensificado em grandes eventos e casas noturnas na região.
Fonte: Jornal Novo Tempo
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