Foto: Freepik
O teste de triagem neonatal, ou teste do pezinho, como é mais conhecido, é um exame preventivo que consiste na coleta de algumas gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido – daí o nome do teste. O exame é feito nessa região do corpo porque ela concentra diversos vasos sanguíneos, facilitando o acesso ao sangue do bebê.
Por mais que os pais possam ficar apreensivos em relação à dor causada no bebê, é importante ressaltar que o exame é feito por profissionais experientes, garantindo que o teste seja rápido e praticamente indolor para o recém-nascido. A coleta consiste em uma única punção, feita com uma agulha muito fina, chamada de lanceta.
A médica cooperada da Unimed Curitiba e especialista em ginecologia e obstetrícia, Suzana Lindenmeyer, explica que o teste do pezinho ajuda a diagnosticar doenças que são assintomáticas nos primeiros dias de vida, incluindo patologias como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, deficiência da biotinidase, Hiperplasia Adrenal Congênita, doença falciforme, toxoplasmose e outras hemoglobinopatias.
“Toda criança deve fazer o teste porque uma vez detectada a doença, seu tratamento precoce evita deficiência intelectual grave e irreversível ou até mesmo o óbito”, ressalta a especialista.
Quando o teste do pezinho deve ser realizado?
É importante que o teste do pezinho aconteça o mais cedo possível, já que quanto mais rápido for o diagnóstico, maiores as chances de um tratamento efetivo e capaz de evitar sequelas. Além de obrigatório por lei em todo o Brasil, a médica ressalta que o teste do pezinho é um ato de amor pelo recém-nascido, que tem a chance de ser diagnosticado e tratado em tempo hábil.
Conforme orienta a médica da Unimed Curitiba, a coleta é feita na maternidade, durante a alta hospitalar, assim que o bebê completar 48 horas de vida. Caso o exame seja feito antes desse prazo, é indicado repeti-lo em uma Unidade de Saúde entre o 3º e o 5º dias de vida do recém-nascido, já que os resultados podem não ser confiáveis quando a coleta acontece antes das 48 horas de vida.
Depois que o sangue é coletado e colocado em papel especial, a amostra é enviada para análise laboratorial. Caso o exame detecte alguma alteração, a família do bebê será contactada para a realização de testes mais específicos com o objetivo de confirmar ou descartar a doença indicada no exame.
No Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Fátima da Unimed Curitiba, o teste do pezinho faz parte dos serviços de triagem neonatal e ajuda a garantir um desenvolvimento saudável aos recém-nascidos. Da maternidade, a amostra segue para análise no laboratório da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (FEPE), no Jardim Botânico.
Fonte: G1
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